Náutico blinda Gilson Kleina de entrevista coletiva pós-jogo

ADAURY VELOSO = O momento ruim dentro de campo, que se reflete na tabela da Série B, alterou também a rotina pós-jogo do Náutico após a derrota por 3 a 1, diante do Operário-PR, fora de casa, no estádio Germano Krüger. A rotineira entrevista do treinador do Timbu, que é concedida depois de cada partida não ocorreu. Essa atitude é decorrente de pedido da diretoria de futebol do Alvirrubro como forma de blindar o técnico Gilson Kleina.

De acordo com informações repassadas pela assessoria de imprensa do clube, a suspensão da coletiva teria sido um pedido do novo executivo de futebol alvirrubro Fernando Leite. O clube ainda fez questão de salientar que o técnico deve voltar a falar normalmente antes do jogo da próxima terça-feira, contra o Sampaio Corrêa, às 18h, em São Luís.
Este sinal pode ser um indicativo de confiança da diretoria na manutenção do trabalho do técnico Gilson Kleina, que vem passando por um momento conturbado devido a resultados ruins. Nos últimos 10 jogos, o Náutico venceu apenas uma vez, pelo placar mínimo, diante do lanterna da Série B e virtual rebaixado Oeste, em Barueri.
O momento ruim do Timbu vem estimulando a veiculação de prováveis nomes que possam assumir o Náutico em caso de queda de Kleina, sendo eles velhos conhecidos da torcida alvirrubra. O primeiro é Alexandre Gallo, que teve passagem de destaque pelo clube em 2012, quando classificou o Alvirrubro à Sul-americana depois de bom desempenho na Série A. O segundo é Roberto Fernandes, primeiro comandante da gestão Edno-Diógenes. O treinador foi campeão pernambucano em 2018, tirando o Náutico da fila que durava quase 14 anos.

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